A chuva que chora,
caindo lá fora
rega as dores que trago agora.
Saudade em meu peito bate
feito um trovão.
Ela não sabe, nunca soube..
passou por um período de culpa,
de carência, de pressa por amor,
alguma coisa nova com outras no peito.
Levando amor como apenas trejeito
das bondades que poderia ter.
Mas não! Ela não sabe.
Que o amor que fantasia, não tem!
Que este amor engana e faz refém!
E, o qual a espera, pode a fazer bem.
Não, ela não sabe!
Que o amor não se dá, se multiplica
Não ignora, briga ou replica.
Não se implora, nem se joga fora!
O amor não se mede, nem se pede.
O amor se responde...
'' é um descontentamento descontente... ''
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